Vendido: 417
Preço: R$ 94.95
Finaliza em: 8d 12h (14/02/12 14:49)
Vendido: 144
Preço: R$ 299.95
Finaliza em: 8d 12h (14/02/12 14:49)
Vendido: 96
Preço: R$ 359.90
Finaliza em: 32d 0h (09/03/12 01:31)
Vendido: 47
Preço: R$ 39.90
Finaliza em: 28d 8h (05/03/12 09:02)
Vendido: 35
Preço: R$ 29.90
Finaliza em: 6d 14h (12/02/12 16:29)
Vendido: 18
Preço: R$ 298.90
Finaliza em: 23d 14h (29/02/12 15:30)
Vendido: 10
Preço: R$ 29.90
Finaliza em: 40d 17h (17/03/12 18:48)
Vendido: 5
Preço: R$ 79.90
Finaliza em: 1d 0h (07/02/12 02:05)
Vendido: 0
Preço: R$ 510.00
Finaliza em: 42d 12h (19/03/12 13:24)
19/04/2011 - 11:07:23
Notebooks da Apple vêm com processadores da linha Sandy Bridge e porta Thunderbolt
A Apple renovou recentemente sua linha de notebooks Macbook Pro. As maiores novidades são a inclusão dos chips de última geração Core Sandy Bridge, da Intel, e da porta Thunderbolt, um novo padrão para troca de dados.
O iG testou um notebook da nova linha Macbook Pro. Ele traz as qualidades já conhecidas da Apple, como o design de primeira e a interface intuitiva do Mac OS X. Mas também traz algumas características indesejadas, como o alto preço em relação a equipamentos com Windows e a ausência de um leitor de discos Blu-ray.
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| Macbook Pro: nova geração vem com chip Sandy Bridge |
O iG testou o notebook com a seguinte configuração: tela de 13,3 polegadas, processador Corei 5 de 2,3 GHz, 4 GB de RAM, placa gráfica Intel HD Graphics 3000 de 384 MB, Mac OS 10.6.6, HD de 320 GB. O preço deste modelo é de R$ 3.599. O Macbook Pro também pode ser encontrado nos tamanhos de 15 e 17 polegadas, com outras opções de memória e processador. Confira a análise.
Configuração
Todos os modelos da nova linha de Macbooks Pro vêm com a linha de processadores mais recente da Intel, a Core Sandy Bridge. É um avanço e tanto em relação aos modelos anteriores, que tinham processadores da linha Core Duo.
A configuração testada é suficiente para executar com folga tarefas básicas, como navegação na web e edição de texto, e algumas tarefas mais pesadas, como edição de imagens grandes. Quem trabalha com vídeo ou outras aplicações muito pesadas deve considerar a compra de um modelo com chip Core i7, o mais poderoso entre os processadores Sandy Bridge.
Dois itens deixam a desejar na configuração do Macbook Pro. O primeiro deles é a falta de um leitor de discos Blu-ray, item presente em qualquer notebook de ponta. O segundo é a falta de uma saída HDMI, que permite enviar vídeo em alta resolução direto para uma TV. O Macbook Pro pode fazer isso por meio da porta Thunderbolt (mais sobre isso abaixo), mas é necessário comprar um adaptador, vendido separadamente.
São duas ausências significativas, principalmente levando em conta o preço do equipamento. Notebooks com sistema Windows e configuração equivalente ao Macbook Pro testado pelo iG podem ser encontrados por cerca de R$ 2.500, cerca de mil reais a menos do que o preço do equipamento da Apple.
Conexões
Na área de conexões, uma novidade do Macbook Pro é a porta Thunderbolt. O notebook da Apple é o primeiro a ter essa conexão, que pode substituir o USB no futuro.
| iG |
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| Porta Thunderbolt (ícone de raio): uma das novidades do Macbook Pro |
Criado pela Intel, o padrão Thunderbolt promete velocidades de transferência de até 10 Gbps, cerca de 20 vezes mais do que o USB 2.0 e duas vezes mais do que o USB 3.0. Além servir para troca de arquivos, a porta Thunderbolt envia áudio e vídeo para monitores e TV, funcionando de forma similar a uma porta HDMI.
No momento, entretanto, as vantagens do padrão Thunderbolt são limitadas. Há pouquíssimos periféricos compatíveis com esse formato e não se sabe ainda se ele se tornará popular.
Além disso, as vantagens do Thunderbolt são maiores para profissionais que trabalham com grande quantidade de dados, como produtores de vídeo. Para o usuário comum, que apenas transfere arquivos pequenos para pen drives, a maior velocidade do Thunderbolt não chega a ser um diferencial relevante.
Além da porta Thunderbolt, o Macbook Pro traz uma porta Firewire e duas portas USB 2.0. Há ainda um leitor de cartões, compatível com os formatos mais populares do mercado.
Design
Como é de hábito nos produtos da Apple, o Macbook Pro deixa a concorrência para trás no quesito design. Construído a partir de uma peça inteiriça de alumínio, o notebook é elegante e ao mesmo tempo sólido.
Pelo lado negativo, o corpo de alumínio faz com que o equipamento fique mais pesado do que modelos semelhantes. O modelo de 13 polegadas testado pelo iG pesa 2,5 quilos, enquanto alguns notebooks equivalentes pesam pouco menos de dois quilos.
O touchpad impressiona pelo tamanho e fornece amplo espaço para os dedos. Também merecem destaque o amplo espaço para apoiar os punhos e as teclas iluminadas. Elas garantem uma digitação fácil mesmo em locais com pouca luz.
| iG |
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| Teclado do Macbook tem teclas iluminadas |
Vale ressaltar, que, como de hábito em produtos Apple, o Macbook Pro não tem teclado no padrão brasileiro. Mas é possível usar normalmente acentos e cedilha configurando o teclado para o padrão Estados Unidos – Internacional.
Um pequeno incômodo na área de design está nas portas USB. São apenas duas, e posicionadas uma ao lado da outra. Como as portas são muito próximas, pode ficar difícil encaixar um pen drive maior junto com um cabo USB, por exemplo.
Bateria
A bateria é, sem dúvida, um dos pontos fortes do Macbook Pro. Nos testes do iG, o notebook aguentou cerca de sete horas exibindo um filme em DVD em tela cheia, com Wi-Fi em Bluetooth desligados. É uma excelente marca.
Ficha técnica
Macbook Pro
Fabricante: Apple
Configuração (*): tela de 13,3 polegadas, chip Intel Core i5 2,3 Ghz, 4 GB de RAM, HD de 320 GB, 2 portas USB, 1 porta Thunderbolt, 1 porta de rede, 1 leitor de cartões, 1 porta Firewire
Preço (*): R$ 3.599
A favor: design elegante, processador de última geração, teclado e touchpad muito confortáveis, bateria com fôlego de sobra
Contra: sem drive Blu-ray, apenas 2 portas USB, alto preço, placa gráfica apenas razoável, sem saída HDMI nativa (exige adaptador, comprado separadamente)
(*) Itens relativos ao modelo testado
18/04/2011 - 12:39:02
Envy 17 3D tem leitor de Blu-ray e vem com óculos
A HP está lançando no Brasil o notebook Envy 17 3D. O equipamento tem tela 3D de 17 polegadas e também leitor de Blu-ray capaz de reproduzir conteúdo em três dimensões. O Envy 17 3D custa R$ 9.999.
O notebook traz processador Intel Core i7, 6 GB de RAM, HD de 640 GB, placa de vídeo ATI Radeon HD 5850 e Windows 7 Professional de 64 bits. O equipamento vem também com os óculos necessários para ver o conteúdo 3D.
15/04/2011 - 14:00:00
12/04/2011 - 10:45:32
Motorola também lançou o smartphone Atrix, anunciado durante a CES 2011, na América Latina
Em evento com a presença de Sanjay Jha, presidente mundial, a Motorola anunciou hoje a chegada do tablet Xoom e do smartphone Atrix, ambos anunciados durante a CES 2011, ao Brasil e outros países da América Latina. Os aparelhos começam a ser vendidos ainda estê mês. O Xoom chegará às lojas por R$ 1.899 e o Atrix ainda não teve o preço divulgado.
>> Leia mais: Compare o iPad 2, o Motorola Xoom e o Samsung Galaxy Tab 10.1
| Reprodução |
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| Motorola Xoom chegará ao País em duas semanas |
O tablet Xoom, considerado um dos principais rivais do iPad 2, nova versão do tablet da Apple, vem com o sistema operacional Android em sua versão 3.0, específica para tablets. Ele oferece tela de 10.1 polegadas, processador de dois núcleos de 1 GHz, além de 1 GB de RAM, câmeras frontal e traseira e suporta a versão 10.2 do Flash Player.
Já o Motorola Atrix, que foi anunciado junto com uma série de docks especiais que podem torná-lo, por exemplo, em um netbook, oferece processador de dois núcleos de 1 GHz, tela que reproduz imagens em HD, memória interna de 32 Gb expansível até 48 GB.
Acessórios
O Atrix chegará às lojas junto com os dois docks que a Motorola desenvolveu para o aparelho. Um deles permite conectar o smartphone à TV com entradas HDMI para reproduzir fotos e vídeos, além de permitir o acesso à internet por meio da própria TV com o auxílio de uma aplicação da Motorola desenvolvida em Linux. No Brasil, este dock será vendido junto com o Atrix, que também oferece um cabo HDMI para conectar o dock à TV do usuário.
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| Lapdock, da Motorola, também será vendido no Brasil |
O outro, em formato de notebook e chamado de "lapdock" pela Motorola, permite "transformar" o Atrix em um computador com autonomia de bateria de oito horas. Para isso, o usuário deve conectar o Atrix às entradas na parte traseira do lapdock, que também oferece duas entradas USB. O preço deste acessório, que será vendido separadamente, ainda não foi divulgado.
11/04/2011 - 00:56:00
Quais serão as novidades da gigante das buscas?
Por Nátaly Dauer
A Google registrou uma porção de domínios “.com” que podem ser ligados à músicas e a nuvens, como “GoogleBass.com”, “GoogleAlto.com”, “GoogleSoprano” e “GoogleTenor.com”, além de “GoogleNebula.com”, “GoogleThunder.com” e “GoogleLightning.com”.
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06/04/2011 - 12:30:00
05/04/2011 - 12:18:00
De acordo com análise, celular é o que apresenta melhor relação custo-benefício entre os aparelhos lançados pela Motorola no ano passado
Pegamos na mão há algumas semanas atrás o Motorola Defy, um dos lançamentos da empresa no final do ano passado. Dentre os três (Milestone 2, Spice e Defy) achamos que esse é o mais legal, e com melhor custo-benefício. Em design ele não tem nada de impressionante, mas é bonitinho. Cantos arredondados como os do iPhone 3GS, traseira emborrachada, detalhes dos parafusos aparentes e entradas totalmente vedadas. Ele é leve, só 118 gramas.
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A frente é toda tomada pela boa tela multitoque TFT de 3,7 polegadas com 480 × 854 pixels e 16 milhões de cores, além dos botões de toque, tudo recoberto pelo Gorilla Glass, tipo de vidro resistente a batidas e riscos, o mesmo utilizado no iPhone 3GS. E esse vidro é só uma das características que fazem do Defy um smartphone diferente e prático para alguém desastrado e distraído.
O diferencial principal desse aparelho é a resistência a água. Pode derramar coisa em cima dele que o bichinho não morre, e ainda recebe ligações! Deixou cair na privada, no meio da balada? Foi sair do carro e o celular caiu na água da sarjeta? Estava no escritório e derrubou café? Esse resiste, fizemos os testes.
Além disso ele também resiste à poeira e a quedas de mais de um metro na areia (essa de areia não convenceu muito, mas enfim...). Ou seja, você que sente seu coração se esfarelar um pouco cada vez que deixa essa coisa cara que chamam de telefone se espatifar no chão, pode encontrar algum consolo nesse aqui.
Ele também resiste em outro quesito, o da bateria. Smartphones como o Galaxy S, o Milestone 2 e outros parrudos não passam de 7 horas de uso intenso, com muita sorte. Passamos o dia conferindo emails, papeando no chat e atualizando o Tweetdeck e o Defy aguentou 12 horas. Também achamos difícil, mas ele foi ligado com carga total às 7 da manhã e só foi morrer depois das 19 horas.
Um dos itens que não agradou tanto foi a performance. O toque dele é suave e leve na tela, ele desempenhou bem a maioria das tarefas normais como ler email, redes sociais, navegação, tudo sem problemas. Mas quando exigimos demais do hardware, ele pode dar alguns engasgos. Enquanto jogávamos o jogo padrão de testes, Abduction, ele se comportou de forma estranha e travou algumas vezes com o acelerômetro. Mas se você não é um gamer viciado e não é muito exigente com o aparelho, ele não decepciona. Seu processador é um Cortex-A8 de 800MHz.
Aproveitando que falamos de hardware, falemos de sistema. Inicialmente não entendemos, mas ele vem com a versão 2.1 do sistema (leia mais abaixo). Isso não é um problema grande, apenas já testamos aparelhos com a versão do 2.2 do Android e sabemos que ela é mais esperta que essa. Não há prejuízos, mas não há ganhos. Não tive qualquer problema com o uso dele ou com a instalação de qualquer aplicativo.
Sua câmera é de 5MP, acompanhada de flash e autofoco. Como todo Motorola, não é uma boa câmera para quem quer tirar belas fotos com o celular (compre um iPhone 4 ou um Sony Ericsson Satio). Em ambientes claros ele tira fotos boazinhas, mas é só escurecer um pouco que já fica super granulado, mesmo com o uso do flash, que nunca faz bem em fotos. Além disso, o Defy faz vídeos com qualidade VGA, quase suficiente para postar coisas no YouTube, mas nem isso.
Ele possui especificação de hardware padrão. É completo, com Wi-Fi 802.11 b/g/n, Bluetooth, GPS acompanhado de A-GPS (funciona com satélites e com a rede celular, deixando a localização mais rápida), rádio FM e AM, etc. Sua capacidade interna é de 2GB, mais do que suficiente pra se esbaldar instalando aplicativos e jogos. Para músicas e filmes, o Defy vem com um cartão microSD de 8GB e aguenta até 32GB extras.
Ele não inova muito em aplicativos. A Motorola joga nele tudo o que tem. O Blur, que a maioria das pessoas pensa que é apenas um aplicativo pobre pra redes sociais, também permite localizar seu smartphone por GPS e até apagar os dados à distância. Também conta com DLNA, Mapas, Gmail, Gtalk, Navegador GPS, Notícias, Portal do telefone, SHOP4APPS e outros. Ah, ele vem com um par de fones comuns que funciona bem no player simples do Android.
Tivemos a oportunidade de fazer uma pequena entrevista com Renato Arradi, Gerente de Produto da Motorola Mobility. Foi importante porque o Defy é realmente um produto diferente, e com características talvez procuradas por muita gente. Quando questionado sobre a tecnologia que tornava esse aparelho tão resistente, Arradi disse que são utilizados diversos dispositivos mecânicos e de design que fazem com que o telefone atenda uma norma técnica chamada IP67, que indica o nível de proteção do equipamento em relação à água e poeira.
Obviamente, funções como resistência à água, poeira e riscos são úteis, já que todo mundo é meio desastrado e acaba derrubando seu aparelho no chão. Arradi relatou que pesquisas realizadas pela Motorola Mobility indicaram que resistência a riscos e a água são duas das principais características desejadas pelos consumidores no seu próximo telefone.
E algo muito importante. De acordo com ele foi uma decisão de estratégia de mercado o Defy chegar com a versão 2.1 do Android, mesmo a versão 2.2 já tendo aparecido em aparelhos como o Milestone 2. Mas, para alegria e alívio de todos, Arradi diz que não há data prevista para a atualização, mas confirma que o produto terá o upgrade!
Resumindo, ele não é um aparelho barato, mas não é caro como os mais parrudos (Milestone 2, Galaxy S, Xperia X10, etc). Seu custo-benefício é alto, ainda mais para os descuidados. É pequeno e leve, tem desempenho forte e é bom para quem quer começar com o pé direito no mundo do Android ou se cansou dos Androids mais fracos como o Motorola Flipout, o Sony Ericsson X10 mini ou o LG Sm@rt GW620. O aparelho custa R$ 999.
04/04/2011 - 11:21:59

Novidade chega dia 15 de abril no Japão.
Preço sugerido por unidade é de 10 mil ienes, cerca de US$ 120.
01/04/2011 - 18:16:12
Geralmente, quem costuma se defender de acusações sobre monopólio é a própria Microsoft
A Microsoft está denunciando o Google. Ela acusa a empresa de bloquear os concorrentes do site de busca do mundo virtual e entrou com uma reclamação formal no órgão regulador anti-trust europeu.
É uma virada e tanto, já que habitualmente é a Microsoft que costuma se defender nos EUA e Europa das alegações de comportamento antiético. Mas desta vez, foi ela que resolveu reclamar.
A empresa de Bil Gates alega que o Google está impedindo alguns vídeos do You Tube de rodar em outros mecanismos de busca e dificultando sua exibição pelo software do celular da Microsoft - o Google é o dono do You Tube.
Além disso, o Google anda bloqueando os sites com mecanismos de busca concorrentes - como o Bing, da Microsoft - e também os acessos aos conteúdos das editoras, os quais copiou e armazenou livros.
O Google já é objeto de uma investigação na Europa, gerada por uma empresa do grupo Microsoft.
31/03/2011 - 13:12:00
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