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09/12/2009 - 18:16:37

Motorola DEXT: o smartphone social

Com software MOTOBLUR e sempre "plugado" à internet, aparelho foi feito sob medida para os viciados em redes sociais

"Smartphones". Taí uma categoria de aparelhos que precisa urgentemente de um novo nome. Estes aparelhos, verdadeiros computadores de mão permanentemente conectados à internet em alta velocidade e capazes de fazer o que quisermos dado o aplicativo certo, estão para o telefone assim como uma Lamborghini está para as primeiras "carruagens sem cavalo".

Num smartphone moderno a navegação na web, e-mail e (cada vez mais) compartilhamento de mídia e redes sociais são os itens mais importantes, com a boa e velha telefonia representando apenas uma pequena parte de uma extensa lista de recursos. O Motorola DEXT (conhecido nos EUA como CLIQ), primeiro smartphone Android da Motorola, se encaixa nesta categoria.

O design do DEXT não chama a atenção mas é agradável, com laterais em um cinza-escuro metálico que lembra minério de ferro polido. A frente é toda dominada pela tela sensível ao toque, com 3.1 polegadas. Ela tem tecnologia capacitiva e é tão sensível quanto a de um iPhone: basta um leve toque ou gesto para o aparelho responder na hora, não é necessário "cutucá-la" como nas telas resistivas. Não há a infame "canetinha", a tela foi feita para ser usada com os dedos.

Deslizando a tela para o lado você encontrará um teclado QWERTY completo, com teclas bastante confortáveis e um direcional com botão de ação no lado esquerdo, que podem vir a calhar em jogos. Por causa do teclado o DEXT é "grandalhão": mede 11,4 x 5,8 x 1,56 cm e pesa 163 gramas. Mais fino que um Nokia N95, mas mais grosso que um iPhone.

Os botões na lateral esquerda (liga/desliga e câmera) são pequenos e difíceis de acionar (especialmente o liga/desliga), já que ficam na mesma "altura" que o restante da carcaça. O controle de volume, na lateral direita, é um pouco melhor. No topo há um conector para fones de ouvido (no padrão 3.5 mm), sob medida para quem pretende utilizar o aparelho como Media Player. A conexão do aparelho com o computador e a recarga da bateria são ambas feitas com um cabo micro USB, incluso.

Na traseira o DEXT tem uma câmera de 5 MP, com autofoco e capaz de macro, que tira boas fotos sob a luz do dia. Entretanto não há flash, o que impossibilita fotos noturnas. As opções são poucas: apenas alguns efeitos de cor como sépia e preto e branco, que também podem ser aplicados ao vídeo. Este, aliá, desaponta: a resolução é de apenas 320 x 240 pixels. Na melhor das hipóteses serve para o YouTube.

Instrumento social

Mas o principal destaque do Motorola DEXT não é o seu hardware, mas sim o software. Além do sistema operacional Android, desenvolvido pelo Google, ele vem com software criado pela Motorola batizado de MOTOBLUR, desenvolvido para ficar de olho em todas as redes sociais de que você participa e jogar na tela principal qualquer atividade que aconteça, seja um recado deixado por um amigo no Facebook ou uma foto enviada pela namorada para o Picasa.

As informações são atualizadas automaticamente, usando a conexão de dados com sua operadora. A integração do MOTOBLUR vai além da tela principal: consulte as informações de um amigo no Livro de Endereços, por exemplo, e você vai ver a última mensagem postada por ele no Twitter junto com o telefone e endereço de e-mail. Bata uma foto com a câmera e em dois cliques é possível enviá-la para o Orkut.

Toda essa "sociabilidade" do aparelho tem seu preço, em dados e autonomia de bateria: configurado para monitorar uma conta no Twitter, uma no GMail, uma no Orkut e duas fontes de notícias, o consumo médio de dados era de 5 MB por dia. Isso apenas com o MOTOBLUR, sem contar o tráfego gerado por navegação web, Google Maps e YouTube. Por isso, podemos afirmar que um Motorola DEXT só faz sentido quando combinado com um plano de dados, de preferência ilimitado para que você possa aproveitar todos os recursos sem medo.

Da mesma forma, tanta atividade de rede (seja 3G ou Wi-Fi) esgota rapidamente a bateria. Com tudo (Wi-Fi, 3G, Bluetooth, GPS) ligado e uso típico, a autonomia média foi de cerca de 8 horas. Desligar Wi-Fi e Bluetooth ajuda a esticar essa marca para cerca de 10 horas, mas quem vive sempre em movimento deve colocar o carregador, ou ao menos o cabo USB (ele pode ser recarregado ligado ao micro), na bolsa.

Com Android, mil funções

O sistema operacional Android, do Google (aqui na versão 1.5) tem excelente desempenho: raramente o aparelho "engasga" antes de responder a algum comando. Como no Windows Mobile, não existe o conceito de "fechar" um programa (como o navegador) antes de abrir outro, tudo roda em segundo plano. Mas ao contrário do Windows Mobile, o sistema não fica mais lento com o tempo, nem trava ou "dá pau" quando você abre programas demais ou um deles resolve se comportar mal.

A seleção de aplicativos pré-instalados inclui vários serviços do Google, como Google Maps, GMail, Agenda e YouTube. Curiosamente, no aparelho que testamos o buscador padrão era o Yahoo! (dos EUA) e não o Google. Assim como os iPhones, smartphones Android também tem sua loja de aplicativos, o Android Market.

Segundo o Google são mais de 16 mil aplicativos disponíveis, embora nós brasileiros tenhamos acesso a apenas uma parte da loja, com os aplicativos gratuitos. Ainda assim há muitos aplicativos interessantes, como o leitor de e-Books Aldiko e o software de astronomia Google Sky Map, que usa a bússola do aparelho para indicar quais constelações você está vendo no céu, entre muitos outros.

Com bom desempenho, os milhares de aplicativos Android e o forte apelo social, o Motorola DEXT é uma boa opção se você procura um smartphone versátil e que lhe permita estar sempre em contato, não importa como ou onde você esteja.

Serviço

Nome: Motorola DEXT (MB220)
Fabricante: Motorola
Preço sugerido: R$ 1.500 sem subsídios da operadora. Inclui cartão de memória de 8 GB
Prós: Rápido, muitos aplicativos extras, integração com redes sociais
Contras: Baixa autonomia de bateria, praticamente exige um plano de dados

09/12/2009 - 14:11:12

Netbooks chineses chegam ao Brasil

Primeiro modelo custa apenas R$ 400, mas o hardware é bastante limitado

Por Antonio Blanc

Demorou um pouco, mas os netbooks chineses ultra-baratos que andam chamando a atenção da mídia nos últimos meses estão chegando ao mercado nacional. E como acontece com os smartphones, enquanto um netbook “tradicional” pode custar até R$ 1.500, os modelos chineses estão sendo anunciados por R$ 399. Mas como nos smartphones, é necessário cautela: o negócio nunca é tão bom quanto parece.

O Mini Netbook EYO 7.0, anunciado no site Compre da China tem apenas 64 MB de RAM e 2 GB de espaço em disco, com uma tela de 7 polegadas (daí o 7.0 no nome). O processador ARM roda a 240 MHz e o sistema operacional é o Windows CE 5.0, que não é compatível com os aplicativos Windows que usamos no dia-a-dia. Ou seja, nada de Firefox, Thuderbird ou Microsoft Office 2007 (embora a máquina seja capaz de rodar a versão “Pocket” do Microsoft Office, para smartphones).

Ou seja, o “Mini Netbook” está mais para um smartphone de 2 anos atrás do que para um netbook moderno com processador Atom, e pode ser considerado ainda mais limitado que os primeiros netbooks que desembarcaram no mercado nacional no início de 2008, como o primeiro Mobo, da Positivo Informática.

Estas máquinas não devem ser confundidas com os smartbooks, máquinas que são um misto de netbook e smartphone e que devem chegar ao mercado internacional em 2010. Estes são baseados em processadores muito mais poderosos, rodando a 1 GHz, são equipados com interface 3G para conexão permanente à internet e rodam sistemas operacional mais versáteis, baseados em Linux.

Ainda assim, e exatamente como aconteceu com os smartphones e MP3 Players, estes netbooks encontrarão seu nicho no mercado nacional, principalmente por causa do baixo preço e conjunto de recursos “bom o suficiente” para o que a maioria da população faz em frente ao computador. Os fabricantes nacionais que se cuidem.

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02/12/2009 - 17:15:06

Confira as principais soluções móveis para 2012

O grupo de pesquisa Gartner realizou um estudo sobre o futuro da mobilidade e mostra as dez principais aplicações móveis para 2012. A lista avalia o impacto das aplicações sobre os consumidores e players da indústria, levando em consideração o faturamento, fidelidade, modelo de negócio, valor para o consumidor e penetração de mercado estimada.

02/12/2009 - 16:14:18

Google anuncia vencedores de sua competição de aplicativos para Android

O vencedor do Android Developer Challenge 2009 foi uma aplicativo que permite enviar ligações feitas tarde da noite diretamente para o correio de voz.

Por Luciana Alves

A Gloogle anunciou os ganhadores do segundo Android Developer Challenge, desafio para desenvolvedores de aplicativos para o sistema operacional da empresa. Segundo o The Inquirer, entre maio de e agosto deste ano, a companhia avaliou milhares de programas, muitos deles descritos como interessantes e de alta qualidade.

Os aplicativos são divididos em categorias, como Produtividade, Educação, Mídia e Viagem. A premiação é de US$ 250 mil para o primeiro lugar geral, US$ 50 mil para o segundo, e US$ 25 mil para o terceiro. Os vencedores de cada categoria também recebem um prêmio de US$ 100 mil.

Segundo a Information Week, numa primeira fase, os aplicativos foram avaliados por milhares de usuário, para depois serem finalmente julgados por uma banca composta de representantes da Google, da T-Mobile e da MTV.

O vencedor do Android Developer Challenge de 2009 foi o aplicativo SweetDreams, que envia chamadas feitas tarde da noite diretamente para o correio de voz, dependendo das especificações dos usuário. Assim, não interrompe o sono do usuário. Em segundo lugar ficou o aplicativo What the Doodle!? , um jogo de desenho multiplayer em tempo real. Em terceiro, o WaveSecure, que permite ao usuário limpar, bloquear ou fazer um backup seus dados de longe, em caso de perda ou roubo.

Mais informações sobre os ganhadores e sobre uma p´roxima edição do Android Developer Challenge podem ser obtidas no site oficial em code.google.com/android/adc.

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02/12/2009 - 16:03:00

Cartões SD ficarão até três vezes mais rápidos

Novo padrão promete transferência de dados a 300 Mb/s

Por Antonio Blanc

A SD Card Association, consórcio de empresas que define os padrões usados em cartões de memória SD, dispositivos compatíveis e acessórios relacionados, está finalizando uma nova especificação provisoriamente batizada de SD Specification Version 4.0 que poderá multiplicar em até 3x a velocidade de leitura e gravação de dados em cartões SD, preservando a compatibilidade com os aparelhos atuais.

Segundo o site Tech-On!, cartões compatíveis com o novo padrão terão um pino extra, usado em um barramento serial de alta velocidade que poderá transferir dados a até 300 Mbit/s, contra os 104 Mb/s dos aparelhos atuais. Desempenho sob medida para vários tipos de aparelhos modernos, de MP3 players de alta capacidade a filmadoras de mão capazes de gravar vídeo em alta definição.

Para se beneficiar desta velocidade, entretanto, tanto os cartões quanto os leitores e aparelhos terão de ser compatíveis com o padrão 4.0. Um cartão 4.0 colocado em um leitor não compatível, por exemplo, vai funcionar, mas na velocidade do padrão atual.

Se tudo correr como planejado, o padrão estará finalizado no segundo trimestre de 2010, embora não haja estimativa de quando os novos cartões e aparelhos compatíveis chegarão ao mercado. Os cartões mais rápidos da atual geração não devem ser confundidos com os cartões SDXC, uma nova geração de cartões de alta capacidade anunciada em janeiro deste ano, capazes de armazenar entre 32 GB (nos modelos atuais) a teóricos 2 TB (em um futuro próximo).

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25/11/2009 - 12:51:08

Adulto não entra: redes sociais infantis

As redes tradicionais não são recomendadas para os pequenos. Conheça algumas redes aprovadas para a molecada.

Por Rodrigo Martin de Macedo

Orkut, Facebook, MySpace, Twitter, Last.fm… A internet está infestada de redes sociais, que facilitam a comunicação, a manutenção e criação de novos contatos e animam a vida de quem passa mais tempo olhando o monitor que se dedicando à vida social real.

Todavia, estas redes excluem um público também crescente na rede: as crianças. Existem muitos motivos para se preocupar se seus filhos estão prestes a entrar em alguma destas redes, que se restringem ao público maior de 13 anos. As informações em circulação por estes espaços não costumam passar por qualquer tipo de filtro além do bom senso de cada usuário. Para piorar a situação, a pedofilia é um problema em evidência em diversos ambientes online.

Uma pesquisa pela organização britânica Ofcom, publicada e m abril de 2008, mostrou que um terço dos internautas entre 8 e 11 anos de idade estão registrados em pelo menos uma rede social. Para piorar a situação, 40% deles deixa dados visíveis na rede, o que significa uma brecha de segurança e privacidade.

O que fazer então para não deixar estas crianças de fora? Atendendo a este público tão diferente outras redes sociais seguras foram criadas. Conheça aqui algumas delas e fique tranquilo!

WebKinz

Desconhecida entre o público brasileiro, a rede da fabricante de bichinhos de pelúcia Kinz dá seus primeiros passos por aqui também. A companhia está expandindo suas operações com representantes no país e, também, com a tradução de sua rede social.

Ao ganhar um bichinho, a criança recebe um código que permite a criação de um animalzinho virtual. Este animalzinho precisa ser bem cuidado, ter sua casinha arrumada, fazer exercícios e ser treinado. Ainda há jogos online para ganhar moedinhas virtuais que podem ser investidas em itens.

Em determinados horários, acontecem competições culinárias e de beleza. O que surpreende em WebKinz é o empenho em fazer uma rede completa, reproduzindo um mundo real. Aulas, academia e até programinhas em uma televisão virtual estão lá.

Os bichinhos começarão a ser vendidos em lojas de brinquedos e online até o fim do ano, segundo os res ponsáveis pela Butterfly, representante do WebKinz por aqui. Mas, para quem quiser testar a rede social antes de comprar, o serviço oferecerá uma conta de teste que permitirá acesso a 25% das áreas e funções do game.

Até o fechamento desta matéria, muito do conteúdo permanecia não traduzido, mas os responsáveis pela rede continuam a atualizar com novas traduções, e outra remessa de traduções deve estar pronta até o fim do ano.

Prós: mundo rico, muitas possibilidades de interação e atividades
Contras: parte do conteúdo ainda não foi traduzido

ToonTown

Mantido pelo provedor Terra, o ToonTown é um ambiente virtual criado pela Disney e que se assemelha muito a um jogo. Ao se cadastrar, o jogador é transportado para uma cidadela virtual, onde poderá fazer amizades, passear e se divertir em joguinhos, bem como se juntar para derrotar os temíveis robôs “cogs”.

Ao se conectar, a criança passeia por um cenário virtual em que precisa coletar risadas e realizar tarefas para ganhar balinhas e ficar feliz. São vários joguinhos feitos individualmente, em equipe ou de forma competitiva, todos bem bacanas para os menores.

É possível adicionar outros jogadores como amigos e bater papo (função reservada aos assinantes Premium). Todas as mensagens são filtradas por um dicionário automatizado que remove palavrões e termos impróprios, e os responsáveis pelo serviço garantem que todo o mundo de ToonTown é monitorado para garantir a segurança dos pais.

Na versão gratuita, os jogadores poderão criar um avatar (chamado de “toon”) e brincar na área central. Assinantes “Premium” podem ter até seis avatares, brincar em todas as áreas do jogo e conversar com os amigos que fizerem.

O jogo é aberto por meio de um módulo ActiveX que precisa ser instalado, e funciona em navegadores Internet Explorer a partir da versão 5. Por ser um jogo em tela cheia e com gráficos rebuscados, demora para ser carregado e em máquinas mais lentas pode travar.

Prós: extremamente visual, em português e com forte apelo para crianças
Contras: funciona apenas no Internet Explorer, demora para carregar e toma a tela inteira

Migux

O cenário do fundo do mar lembra o popular desenho da Nickelodeon, Bob Esponja, o que tem um bom apelo com os pequenos. Ao se registrar no Migux a criança fornece o email de contato de seu pai ou responsável, escolhe um avatar e já pode começar a participar das atividades.

Apesar de bonitinha, a rede exige uma intensa exploração por parte da criança. Além de navegar pelo curto mapa e conversar com os outros habitantes, ou seja, outras crianças registradas e online, o usuário recebe uma casinha, onde armazena itens comprados, e onde socializa com seus convidados.

O bate-papo é simples e funcional. Ao digitar algo, a fala é proferida em um balãozinho, e entre as atividades estão joguinhos para coletar conchinhas que podem ser trocadas por atividades como desenhos, por exemplo.

Todas as comunicações são gravadas juntas com o registro do endereço IP, que identifica o usuário e p ossibilita sua localização. Usuários que não respeitarem as regras de conduta do ambiente podem ter suas contas canceladas.

Não fica claro, mas existe uma opção gratuita de cadastro, pulando a animação introdutória. Todavia, sem assinatura a grande maioria dos itens para enfeitar a casinha não está disponível. Por ter poucas atividades comparadas a outras redes sociais infantis, vale mesmo por seus recursos de interação com outras crianças, que no fundo é o principal objetivo de uma rede social.

Prós: cenário apelativo para os menores, boa ferramenta de interação entre os usuários
Contras: é necessário explorar muito, em nossos testes a navegação não funcionou como esperado todas as vezes e existem poucas opções de atividades.

Club Penguin

Mais uma rede social gratuita da Disney, Club Penguin é ambientada em um mundo virtual em Flash em que os pinguins estão no comando. Divertida, a rede social permite criar um avatar pinguim que explorará cada um dos territórios.

Em cada cenário é possível ver representações visuais de outros jogadores conectados, bem como trocar mensagens e participar de joguinhos como dança e surfe. Os jogos podem ser realizados individualmente e, em alguns casos, em forma multiplayer, o que aumenta a interação entre jogadores.

As atividades rendem moedas, mas para utilizá-las é preciso ser assinante, o que custa aos pais a mensalidade de R$ 8,95, que pode ser paga por seis meses (no valor promocional de R$ 44,95) ou um ano (R$ 84,95). As moedas então permitirão comprar acessórios e itens como os Puffles, bichinhos de estimação dos pinguins.

Ao registrar uma criança, um email d e autorização chega à caixa de mensagens do responsável para que a ativação seja feita. Caberá ao responsável escolher também que tipo de bate-papo ela poderá realizar. Existe uma opção segura e uma opção muito segura, sendo que a segunda oferece uma lista pré-definida de mensagens que podem ser trocadas.

Prós: ambiente rico e divertido, com muitas áreas para explorar
Contras: mesmo bastante visual, demora um tempinho para descobrir funções e jogos

NeoPets

Um serviço gratuito, o NeoPets mescla rede social infantil e jogos online. Ao se cadastrar, a criança é convidada a criar uma criaturinha e batizá-la.

A criança precisará educar, alimentar e manter sua criaturinha feliz. Para educar, poderá comprar livros, que precisarão ser barganhados com pontos obtidos por meio da conclusão de tarefas.

As ferramentas sociais de NeoPets, como bate-papo e email entre amigos, estão bloqueadas para crianças. Para liberá-las, os pais precisarão preencher e assinar um formulário. Para proteger as crianças do mundo virtual de material impróprio, todas as comunicações do mundo virtual são monitoradas.

Usuários que enviarem material impróprio são advertidos em uma primeira infração e banidos em reincidência.
As funções pagas do jogo, que permitem a compra de itens especiais, só estão disponíveis para jogadores dos Estados Unidos e Canadá. Ainda assim, é possível se divertir bastante com as áreas abertas e os itens disponíveis gratuitamente.

Prós: em português, gratuito, com conteúdo diverso
Contras: mais foco em games, menos em comunidade. Difícil de navegar e compreender.

Stardoll

Uma versão mais moderna da velha brincadeira de vestir pecinhas de roupas em bonecos de papel, Stardoll é uma comunidade com temática de moda voltada principalmente às meninas.

Seu público principal é o de faixa etária entre 7 e 17 anos, sendo que para menores de treze anos o serviço traz um ambiente seguro, no qual a criança não poderá divulgar informações particulares ou se comunicar por meio do centro de mensagens ou fóruns.

Todas as mensagens postadas no site passam por um filtro que bloqueia palavras impróprias. Uma comunidade de moderadores, automáticos e humanos, examina cada recanto do serviço buscando infrações e os próprios membros da comunidade são incentivados a denunciar abusos.

Ao se registrar, a criança precisa inserir o email de um responsável, que autorizará ou não sua participação. Embora possua recursos interessantes de comunicação e interação com outros jogadores, este só pode ser usufruído caso os pais desativem a proteção para menores de 13 anos.

A base da comunidade é gratuita, e os jogadores receberão “stardollars” como presente da comunidade, para comprar roupinhas e decorações para o quarto. Para acelerar a compra da moedinha virtual, é possível comprar por meio de cartão de crédito internacional na proporção de 30 stardollars por US$ 1.

Prós: em português, com foco no público feminino.
Contras: funções de interação estão, por padrão, desativadas para menores.

Opinião de quem entende

Lisandra Maioli, responsável pela rede ToonTown, do Terra, acredita que é necessária uma mudança na educação das crianças. Para ela, a segurança dos pequenos internautas está baseada nos pilares educação, conversa e participação.

A especialista explica que está cada vez mais difícil monitorar as crianças e evitar que elas sejam expostas a informações impróprias para a idade. O que deve ser feito, porém, é instruí-las sobre os espaços que podem ou não acessar, alertá-las para os perigos e ensiná-las os cuidados necessários, como não fornecer qualquer tipo de informação pessoal.

A conversa garantirá que os pais entendam o tipo de conteúdo que a criança está acessando, informação que pode ser complementada também pela participação dos responsáveis nas redes virtuais em que seus filhos estão cadastrados.

Na hora de escolher uma rede, Lisandra recomenda observar se por trás dela existe uma empresa, portal, ou instituição de confiança, que possa responder em caso de problema. Ler as condições de uso e procurar links para realização de denúncias também ajuda na hora de descobrir espaços sérios.

Muitas redes possuem métodos automáticos ou manuais para a filtragem de conteúdo ou para descobrir a idade e identidade de quem está participando. Ainda assim, a profissional aconselha que os pais estabeleçam limites e acompanhem de perto o que as crianças têm feito, uma vez que estas restrições podem ser burladas.

Lisandra afirma que colocar os filhos ainda pequenos em redes “irrestritas”, como o Orkut ou Facebook, dificulta saber com quem e o que as crianças estão falando. Neste caso, o acompanhamento deve ser ainda mais profundo, com o cuidado de não divulgar qualquer informação pessoal ou que possa vir a facili tar a localização física. Um canal aberto de comunicação entre pais e filhos também é de vital importância, para que a criança possa conversar e contar sobre possíveis condutas não apropriadas.

A especialista indica ainda ler sites informativos, como o www.safernet.org.br e adquirir software de segurança, como o provido pelo Terra. Ou você pode ler este tutorial de como fazer este controle com a Proteção para a Família, uma ferramenta gratuita do pacote Windows Live.

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25/11/2009 - 12:18:28

Palm Pre ganha aplicativo para gravação de vídeo

Postado por Antonio Blanc em 25/11/2009 00:44
Blog: Halt and Catch Fire

Por Antonio Blanc

Assim como as primeiras versões do iPhone, o Palm Pre não é capaz de gravar vídeo, apesar de equipado com uma câmera de 3 MP e um processador poderoso o suficiente para a tarefa. O problema é, puramente, a falta de software: a Palm não incluiu a função de vídeo no aplicativo de câmera do Pre. Mas há esperança: frequentadores do Wiki “WebOS Internals” e dos fóruns do site “PreCentral” se uniram para criar o Precorder, o primeiro aplicativo de gravação de vídeo para o Palm Pre.

O software, ainda em estado alpha, é capaz de gravar clipes na resolução de 480 × 320 pixels, em formatos como MPEG-4, H.263 e H.264, e áudio em AAC ou MP3. A duração é limitada apenas pelo espaço disponível na memória interna do aparelho, e é possível usar o flash como uma “lanterna” para facilitar a gravação em locais com pouca luz. Além disso, o usuário tem a opção de gravar apenas áudio, apenas vídeo ou ambos. Os arquivos resultantes podem ser reproduzidos em um PC, ou no Media Player do próprio Palm Pre.

Em setembro último outro aplicativo para gravação de vídeo chegou a ser lançado, mas era mais uma prova de conceito: sem interface gráfica, com opções de gravação mais limitadas (um único formato, sem flash) e arquivos de vídeo incompatíveis com a maioria dos Media Players populares – com a exceção do VLC (videolan.org/vlc), que toca praticamente de tudo.

Em contraste o Precorder tem uma interface refinada, é mais versátil e mais fácil de usar. Os desenvolvedores esperam, terminados os testes com as versões alp ha e beta, disponibilizar o programa no Preware, uma espécie de “loja de aplicativos” mantida pela comunidade, focada em software “homebrew” (criado por desenvolvedores independentes) e sem a supervisão da Palm.

O Precorder, no momento, não tem um site oficial. Mais informações sobre o programa, instruções para instalação e links para download podem ser encontrados na página do aplicativo no site WebOS Internals (http://bit.ly/61iuCi)

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18/11/2009 - 11:05:15

Adobe anuncia versão beta do Adobe AIR 2 e do Flash Player 10.1

O destaque das novas versões é a possibilidade de desenvolver aplicações com o uso do multi-touch

Por Jacqueline Lafloufa

A Adobe anunciou nesta terça-feira o lançamento conjunto das versões beta do Adobe AIR 2 e do Flash Player 10.1. Apesar da chegada da nova versão do Flash ser mais chamativa do que o AIR, a empresa lembra que mais de 200 milhões de máquinas contam hoje com o aplicativo, o que é um grande marco para a empresa. O destaque das novas versões é a possibilidade de desenvolver aplicações com o uso do multi-touch.

Segundo a Adobe, o Flash Player 10.1 irá possibilitar a navegação em diversas aplicações, conteúdos e vídeos em alta resolução, a partir de computadores ou dispositivos móveis.

Já o AIR 2 – acrônimo de Adobe Integrated Runtime -, que permite que os desenvolvedores construam aplicativos web para serem usados no desktop, trará mais ferramentas, incluindo o suporte para dispositivos de armazenamento, redes P2P que suportam UDP e permitirá a atualização simples dos aplicativos feitos na primeira versão do AIR, conforme informações do site TechTree.

Os dois produtos também trarão a oportunidade de desenvolvimento de aplicativos que utilizem multi-touch e movimentos na tela, o que é visto como uma das principais melhorias, além de serem o primeiro lançamento do projeto “Open Screen”, uma iniciativa que tem como objetivo permitir que desenvolvedores construam aplicativos para diferentes dispositivos sem a necessidade de reescrever o código.

“Com a disponibilização da versão beta do Adobe AIR 2 e do Flash Player 10.1, nós estamos dando um importante passo, lançando a visão do projeto Open Screen, com o intuito de permitir uma experiência rica de internet, através de qualquer dispositivo, de qualquer lugar”, disse David Wadhwani, gerente geral e vice-presidente da unidade de plataforma de negócios da Adobe, em entrevista ao site PC World.

As versões beta do Adobe AIR 2 e do Flash Player 10.1 para Windows, Linux ou Mac podem ser obtidas a partir do site da Adobe Labs pelo atalho www.bit.ly/AdobeLabs

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