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15/12/2009 - 11:50:40

Fabricantes de eletrônicos são processados por violação da licença GPL

14 empresas foram pegas usando o Busybox em seus dispositivos, sem redistribuir o código-fonte

Por Antonio Blanc

O SFLC (Software Freedom Law Center), uma organização sem fins lucrativos fundada em 2005 com o objetivo de fornecer apoio legal a desenvolvedores de software livre e open source, está movendo um processo contra 14 grandes fabricantes de eletrônicos por violação da licença GPL. Mais especificamente, por se utilizar de código GPL no “firmware” de seus aparelhos sem redistribuir o código-fonte e modificações associadas, conforme exige a licença.

O software em questão é o BusyBox (www.busybox.net), um utilitário muito usado em distribuições Linux para sistemas embarcados, que de uma vez só substitui inúmeros comandos que o usuário espera encontrar em modo texto, consumindo menos espaço em disco e memória RAM. Originalmente escrito por Bruce Perens, o software atualmente é mantido por Denys Vlasenko, Erik Andersen e Rob Landley, todos conhecidos ativistas na comunidade de desenvolvedores de software livre.

O SFLC alega que o Busybox é utilizado no firmware de produtos que vão de players de Blu-Ray e TVs de alta-definição a câmeras de segurança conectadas à internet, produzidos por empresas como a Samsung, Best Buy, Westinghouse e muitas outras. Como o BusyBox é software livre, não haveria dinheiro envolvido: a única contrapartida que se espera das empresas acusadas, antes que se apele para a via judicial, é divulgar o código-fonte de seu firmware.

Segundo a organização, o processo (em nome de Erik Andersen, um dos desenvolvedores do BusyBox, e da Software Freedom Conservacy, que hospeda o projeto) só foi movido depois que as empresas ignoraram ofertas para uma solução amigável do problema.

O SFLC tem um histórico de sucesso em processos por violação da GPL: empresas como a Monsoon Multimedia, Xterasys e Verizon Communications já foram processadas por uso do BusyBox em desacordo com a licença, e optaram por selar um acordo extra-judicial para resolver a questão, com publicação do código-fonte do software e pagamento de quantias não especificadas para os desenvolvedores como compensação.

Licença livre

A GNU General Public License (Licença Pública Geral do projeto GNU), GNU GPL ou simplesmente GPL, é uma licença de uso para software livre idealizada pelo desenvolvedor Richard Stallman em 1989.

Todo e qualquer software possui uma licença de uso, que é como se fosse um contrato entre o desenvolvedor e o usuário. No caso dos programas proprietáros, a licença costuma dar ao usuário o direito de usar o software mas proibi-lo de revender, doar (uma forma branda de denominar a pirataria) ou examinar o código-fonte, a maneira como foi desenvolvido. O código-fonte de um programa proprietário é considerado segredo industrial e alvo de ações por vezes violentas por parte das empresas para proteger o que chamam de “sua propriedade intelectual”.

O objetivo da GPL é fazer o mesmo, proteger o código aberto. Mas os preceitos do software livre são diferentes: a GPL, ao contrário de esconder, dá direito de acesso ao código-fonte para qualquer programador interessado. Em adição, garante que o programa pode ser modificado e distribuído sem que isso se configure como violação de direitos autorais ou seja considerado pirataria. E, por fim, protege a autoria do programa: se alguém escrever um software e o liberar como código aberto, a GPL impede que empresas como a Microsoft ou a Apple se apoderem desse código sem dar crédito ao autor original e as obriga a distribuir qualquer trabalho derivado também como software livre.

A GPL foi inicialmente concebida para o projeto GNU, de Stallman, que pretende até hoje criar um clone de código aberto do sistema operacional Unix. Tal sistema até hoje não ficou pronto, mas uma grande parte do trabalho do GNU é usado em outros sistemas operacionais, notadamente em distribuições Linux. A GPL (ou alguma de suas variantes como a LGPL) é a licença mais usada pelos projetos de software livre no mundo todo – mas, além dela, há centenas de outras licenças, criando uma confusão não muito saudável.

Muitos programas populares são software livre licenciados pela GPL. Além do Linux, o conjunto de aplicativos para escritório OpenOffice.org e os softwares de publicação e internet em que se apóiam grandes portais como a Wikipedia e o Google também são cobertos por alguma variante da licença de Stallman.

Mais informações sobre a GPL e outras licenças livres podem ser obtidas no site oficial do projeto em www.gnu.org e na página da Wikipédia inglesa, em tinyurl.com/og5oj.

(Saiba mais sobre distribuições Linux pelo atalho tinyurl.com/distlinux)

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14/12/2009 - 15:37:18

Microsoft decide desabilitar codec Indeo

A decisão partiu da inviabilidade de patches para correção de vulnerabilidades.

Por Jacqueline Lafloufa

A Microsoft resolveu desabilitar o codec Indeo, responsável pela compressão e descompressão de dados de vídeos, em antigas versões do Windows, pois a disponibilização de patches para correção de diversas vulnerabilidades é, segundo a empresa, inviável. Atualizações do Windows foram liberadas para bloquear do funcionamento do codec no Internet Explorer e no Windows Media Player, além de prevenir que outras aplicações que tenham acesso à web utilizem o codec.

Não foram especificadas as vulnerabilidades existentes no Indeo, mas pelo menos duas companhias especializadas em segurança, a iDefense da VeriSign e a Fortinet, alertaram para problemas no codec.

Richie Laid, diretor de pesquisa em vulnerabilidades da empresa de segurança Qualys, disse ao site PC World que liberar patches de correção não seria uma medida interessante, já que o Indeo é raramente utilizado hoje em dia. A Microsoft garante que aplicativos de terceiros que utilizam o codec continuarão funcionando normalmente.

A atualização que bloqueia o funcionamento do Indeo foi disponibilizada para os sistemas operacionais Windows 2000, Windows XP, e Windows Server 2003. Segundo o site TG Daily, o Windows Vista, Windows 7 e Windows Server 2008 já bloqueiam o codec.

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10/12/2009 - 18:25:39

TV Digital Multimidia 3.4 X-Sound!

TV de bolso também funciona como MP3 Player, reprodutor de vídeo, porta-retratos digital e livro eletrônico

Anotem o que estou dizendo: em 2010, ano de Copa do Mundo, as TVs digitais portáteis serão o novo "radinho de pilha". Com uma destas, e em uma cidade onde já há transmissões de TV Digital, será possível assistir aos jogos onde você estiver, seja preso em um engarrafamento ou de plantão no serviço. Só perde os gols quem quiser.

A "TV Digital Multimídia 3.4", da X-Sound!, é um dos muitos modelos de TVs portáteis já no mercado. Pequena e muito leve (11,5 x 7,3 x 1,5 cm, 142 gramas) ela tem uma tela LCD de 3,4 polegadas com excelente visibilidade. Os controles se resumem a ajustes de volume e canal e três botões ao lado da tela. Uma antena telescópica (como a dos radinhos de pilha) é usada para receber o sinal, e um alto-falante embutido (com bom volume) quebra o galho para quem não quer ou não pode usar fones de ouvido.

Na embalagem o usuário vai encontrar, além da TV, um carregador de tomada, um carregador veicular, fones de ouvido e cabo USB para conexão com o PC. Faz falta um cartão de memória, essencial para quem quer armazenar vídeos fotos e músicas no aparelho, já que a memória interna de 64 MB não dá pra nada. Felizmente, cartões micro SD são fáceis de encontrar hoje em dia.

Mas vamos ao que importa, que é assistir TV: Na região do Itaim em São Paulo o aparelho foi capaz de encontrar 13 canais, praticamente todos os que já transmitem no padrão de TV digital móvel 1Seg na cidade. A recepção foi boa mesmo com a antena parcialmente recolhida, assim como a qualidade de imagem e som. Na traseira há um detalhe bem pensando: um "pézinho" permite deixar a TV em pé sobre a mesa, em um ângulo bem confortável.

Como toda TV portátil, o modelo da X-Sound! também é capaz de mostrar legendas (closed-caption) e guias de programação (transmitidos pelas emissoras). Entretanto, não é capaz de gravar programas em cartões de memória, recurso encontrado em modelos como o da TELE System. Notamos que a troca entre os canais é demorada: em média 11 segundos.

Multifunção

A "TV Digital Multimídia 3.4" também funciona como um MP3 Player, porta-retratos digital, leitor de livros eletrônicos (e-Book) e reprodutor de vídeo. Como MP3 Player ela tem sete modos de equalização pré-definidos, mais a possibilidade do usuário criar seu próprio ajuste, além de seleção de músicas por artista, álbum ou gênero.

Como reprodutor de vídeo seu maior mérito é tocar arquivos nos formatos DiVX, RMVB e FLV (vídeos baixados do YouTube) sem necessidade de conversão: é só colocar o arquivo no cartão de memória. Fizemos testes com vários arquivos nestes formatos e não tivemos problemas. Infelizmente, o aparelho não é compatível com legendas.

Além de tudo isso, o aparelho também tem alguns utilitários como cronômetro, calendário, gravador de voz e dois jogos (Tetris é um deles). Segundo o fabricante, a autonomia de bateria é de "4 a 6 horas" reproduzindo áudio, e "2 a 4 horas" reproduzindo vídeo, o que consideramos pouco. Ela pode ser recarregada tanto na tomada quanto plugando a TV a um PC.

O principal inconveniente que encontramos na "TV Digital Multimídia 3.4" foi a navegação pelo sistema de menus, que é confusa: hora usa-se os botões de volume para selecionar um item, hora usa-se os botões de seleção de canal. Mas se você é fanático por TV e não pode perder um episódio sequer de seu programa favorito, este é um produto a considerar.

Serviço

Produto: TV Digital Multimídia 3.4
Fabricante: X-Sound! Brasil
Preço: R$ 599 (sugerido pelo fabricante)
Prós: Tela de boa qualidade, boa recepção, toca vídeo DiVX e FLV
Contras: Interface confusa, pouca autonomia de bateria

09/12/2009 - 18:16:37

Motorola DEXT: o smartphone social

Com software MOTOBLUR e sempre "plugado" à internet, aparelho foi feito sob medida para os viciados em redes sociais

"Smartphones". Taí uma categoria de aparelhos que precisa urgentemente de um novo nome. Estes aparelhos, verdadeiros computadores de mão permanentemente conectados à internet em alta velocidade e capazes de fazer o que quisermos dado o aplicativo certo, estão para o telefone assim como uma Lamborghini está para as primeiras "carruagens sem cavalo".

Num smartphone moderno a navegação na web, e-mail e (cada vez mais) compartilhamento de mídia e redes sociais são os itens mais importantes, com a boa e velha telefonia representando apenas uma pequena parte de uma extensa lista de recursos. O Motorola DEXT (conhecido nos EUA como CLIQ), primeiro smartphone Android da Motorola, se encaixa nesta categoria.

O design do DEXT não chama a atenção mas é agradável, com laterais em um cinza-escuro metálico que lembra minério de ferro polido. A frente é toda dominada pela tela sensível ao toque, com 3.1 polegadas. Ela tem tecnologia capacitiva e é tão sensível quanto a de um iPhone: basta um leve toque ou gesto para o aparelho responder na hora, não é necessário "cutucá-la" como nas telas resistivas. Não há a infame "canetinha", a tela foi feita para ser usada com os dedos.

Deslizando a tela para o lado você encontrará um teclado QWERTY completo, com teclas bastante confortáveis e um direcional com botão de ação no lado esquerdo, que podem vir a calhar em jogos. Por causa do teclado o DEXT é "grandalhão": mede 11,4 x 5,8 x 1,56 cm e pesa 163 gramas. Mais fino que um Nokia N95, mas mais grosso que um iPhone.

Os botões na lateral esquerda (liga/desliga e câmera) são pequenos e difíceis de acionar (especialmente o liga/desliga), já que ficam na mesma "altura" que o restante da carcaça. O controle de volume, na lateral direita, é um pouco melhor. No topo há um conector para fones de ouvido (no padrão 3.5 mm), sob medida para quem pretende utilizar o aparelho como Media Player. A conexão do aparelho com o computador e a recarga da bateria são ambas feitas com um cabo micro USB, incluso.

Na traseira o DEXT tem uma câmera de 5 MP, com autofoco e capaz de macro, que tira boas fotos sob a luz do dia. Entretanto não há flash, o que impossibilita fotos noturnas. As opções são poucas: apenas alguns efeitos de cor como sépia e preto e branco, que também podem ser aplicados ao vídeo. Este, aliá, desaponta: a resolução é de apenas 320 x 240 pixels. Na melhor das hipóteses serve para o YouTube.

Instrumento social

Mas o principal destaque do Motorola DEXT não é o seu hardware, mas sim o software. Além do sistema operacional Android, desenvolvido pelo Google, ele vem com software criado pela Motorola batizado de MOTOBLUR, desenvolvido para ficar de olho em todas as redes sociais de que você participa e jogar na tela principal qualquer atividade que aconteça, seja um recado deixado por um amigo no Facebook ou uma foto enviada pela namorada para o Picasa.

As informações são atualizadas automaticamente, usando a conexão de dados com sua operadora. A integração do MOTOBLUR vai além da tela principal: consulte as informações de um amigo no Livro de Endereços, por exemplo, e você vai ver a última mensagem postada por ele no Twitter junto com o telefone e endereço de e-mail. Bata uma foto com a câmera e em dois cliques é possível enviá-la para o Orkut.

Toda essa "sociabilidade" do aparelho tem seu preço, em dados e autonomia de bateria: configurado para monitorar uma conta no Twitter, uma no GMail, uma no Orkut e duas fontes de notícias, o consumo médio de dados era de 5 MB por dia. Isso apenas com o MOTOBLUR, sem contar o tráfego gerado por navegação web, Google Maps e YouTube. Por isso, podemos afirmar que um Motorola DEXT só faz sentido quando combinado com um plano de dados, de preferência ilimitado para que você possa aproveitar todos os recursos sem medo.

Da mesma forma, tanta atividade de rede (seja 3G ou Wi-Fi) esgota rapidamente a bateria. Com tudo (Wi-Fi, 3G, Bluetooth, GPS) ligado e uso típico, a autonomia média foi de cerca de 8 horas. Desligar Wi-Fi e Bluetooth ajuda a esticar essa marca para cerca de 10 horas, mas quem vive sempre em movimento deve colocar o carregador, ou ao menos o cabo USB (ele pode ser recarregado ligado ao micro), na bolsa.

Com Android, mil funções

O sistema operacional Android, do Google (aqui na versão 1.5) tem excelente desempenho: raramente o aparelho "engasga" antes de responder a algum comando. Como no Windows Mobile, não existe o conceito de "fechar" um programa (como o navegador) antes de abrir outro, tudo roda em segundo plano. Mas ao contrário do Windows Mobile, o sistema não fica mais lento com o tempo, nem trava ou "dá pau" quando você abre programas demais ou um deles resolve se comportar mal.

A seleção de aplicativos pré-instalados inclui vários serviços do Google, como Google Maps, GMail, Agenda e YouTube. Curiosamente, no aparelho que testamos o buscador padrão era o Yahoo! (dos EUA) e não o Google. Assim como os iPhones, smartphones Android também tem sua loja de aplicativos, o Android Market.

Segundo o Google são mais de 16 mil aplicativos disponíveis, embora nós brasileiros tenhamos acesso a apenas uma parte da loja, com os aplicativos gratuitos. Ainda assim há muitos aplicativos interessantes, como o leitor de e-Books Aldiko e o software de astronomia Google Sky Map, que usa a bússola do aparelho para indicar quais constelações você está vendo no céu, entre muitos outros.

Com bom desempenho, os milhares de aplicativos Android e o forte apelo social, o Motorola DEXT é uma boa opção se você procura um smartphone versátil e que lhe permita estar sempre em contato, não importa como ou onde você esteja.

Serviço

Nome: Motorola DEXT (MB220)
Fabricante: Motorola
Preço sugerido: R$ 1.500 sem subsídios da operadora. Inclui cartão de memória de 8 GB
Prós: Rápido, muitos aplicativos extras, integração com redes sociais
Contras: Baixa autonomia de bateria, praticamente exige um plano de dados

09/12/2009 - 14:11:12

Netbooks chineses chegam ao Brasil

Primeiro modelo custa apenas R$ 400, mas o hardware é bastante limitado

Por Antonio Blanc

Demorou um pouco, mas os netbooks chineses ultra-baratos que andam chamando a atenção da mídia nos últimos meses estão chegando ao mercado nacional. E como acontece com os smartphones, enquanto um netbook “tradicional” pode custar até R$ 1.500, os modelos chineses estão sendo anunciados por R$ 399. Mas como nos smartphones, é necessário cautela: o negócio nunca é tão bom quanto parece.

O Mini Netbook EYO 7.0, anunciado no site Compre da China tem apenas 64 MB de RAM e 2 GB de espaço em disco, com uma tela de 7 polegadas (daí o 7.0 no nome). O processador ARM roda a 240 MHz e o sistema operacional é o Windows CE 5.0, que não é compatível com os aplicativos Windows que usamos no dia-a-dia. Ou seja, nada de Firefox, Thuderbird ou Microsoft Office 2007 (embora a máquina seja capaz de rodar a versão “Pocket” do Microsoft Office, para smartphones).

Ou seja, o “Mini Netbook” está mais para um smartphone de 2 anos atrás do que para um netbook moderno com processador Atom, e pode ser considerado ainda mais limitado que os primeiros netbooks que desembarcaram no mercado nacional no início de 2008, como o primeiro Mobo, da Positivo Informática.

Estas máquinas não devem ser confundidas com os smartbooks, máquinas que são um misto de netbook e smartphone e que devem chegar ao mercado internacional em 2010. Estes são baseados em processadores muito mais poderosos, rodando a 1 GHz, são equipados com interface 3G para conexão permanente à internet e rodam sistemas operacional mais versáteis, baseados em Linux.

Ainda assim, e exatamente como aconteceu com os smartphones e MP3 Players, estes netbooks encontrarão seu nicho no mercado nacional, principalmente por causa do baixo preço e conjunto de recursos “bom o suficiente” para o que a maioria da população faz em frente ao computador. Os fabricantes nacionais que se cuidem.

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02/12/2009 - 17:15:06

Confira as principais soluções móveis para 2012

O grupo de pesquisa Gartner realizou um estudo sobre o futuro da mobilidade e mostra as dez principais aplicações móveis para 2012. A lista avalia o impacto das aplicações sobre os consumidores e players da indústria, levando em consideração o faturamento, fidelidade, modelo de negócio, valor para o consumidor e penetração de mercado estimada.

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