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28/01/2010 - 22:13:00
28/01/2010 - 13:37:00
28/01/2010 - 12:27:52
Lançado ontem, novo tablet da Apple traz navegação via Wi-Fi e 3G
Depois de dominar o mercado de MP3 players com o iPod e revolucionar a telefonia com o iPhone, a Apple aposta no mercado de tablets com o iPad. Confira a seguir as respostas para as principais dúvidas sobre o aparelho.
O que é o iPad?
Em essência, o iPad é um “iPhone gigante”, mas não tem funções de celular, embora possa ser usado para chamadas por meio da internet (com uso de programas VoIP). O aparelho navega na internet por meio de conexões sem fio (Wi-Fi e 3G). Ele também traz conexão Bluetooth para se comunicar com periféricos, como teclados e webcams sem fio.
Quais sãos as dimensões e o peso?
O iPad tem uma tela touchscreen de 9,7 polegadas e mede 24 cm de altura por 19 cm de largura. A espessura é de 1,3 cm e o peso é de 680 gramas (modelo sem 3G) e 730 gramas (modelo com 3G).
Quais as versões do iPad e quanto elas custam?
Serão seis versões do iPad: três apenas com conexão Wi-Fi e três com Wi-Fi e 3G. A diferença entre os modelos está também na memória. Os preços dos iPads apenas com Wi-FI são US$ 499 (16 GB de memória), US$ 599 (32 GB) e US$ 699 (64 GB). As versões com Wi-Fi e 3G custam US$ 629 (16 GB), US$ 729 (32 GB) e US$ 829 (64 GB). Todos os modelos vêm com um processador de 1 GHz fabricando pela própria Apple. Os preços valem apenas para o mercado americano.
Quando o iPad estará disponível para compra?
Os modelos com Wi-Fi começam a ser vendidos nos Estados Unidos no fim de março. Os modelos com 3G chegarão ao mercado americano no fim de abril.
E no Brasil?
Ainda não há uma data. Como qualquer aparelho com recursos sem fio vendido oficialmente no Brasil, o iPad terá que passar por homologação da Anatel. Esse processo geralmente leva alguns meses. Na apresentação do iPad, Steve Jobs disse que acordos internacionais para venda do iPad seriam anunciados em junho.
Se eu comprar um iPad nos Estados Unidos, funcionará aqui?
A conexão Wi-Fi funcionará sem problemas, mas a 3G não. O iPad virá com modem 3G desbloqueado, o que em tese garantiria o funcionamento com qualquer cartão SIM de acesso de dados. A pegadinha é que o padrão de cartão usado no iPad será o microSIM, também conhecido como 3FF SIM.
Esse cartão tem cerca da metade do tamanho dos chips 3G atualmente comercializados pelas operadoras brasileiras. Os atuais chips 3G brasileiros, portanto, não poderiam ser encaixados no iPad. As operadoras teriam que fornecer chips no formato microSIM.
Qual a duração da bateria?
A Apple afirma que ela dura 10 horas em uso
Quais os pontos fortes do iPad?
Para começar, o iPad traz a consagrada interface do iPhone, que faz excelente uso da tela touchscreen. O iPad também roda todos os programas feitos para iPhone no tamanho natural ou em tela cheia. Assim, ele já nasce com milhares de programas para expandir as funções originais do aparelho.
O tablet também funciona como leitor de e-books e suporta o formato aberto ePub, além de livros vendidos na nova loja iBook Store. Por ter uma tela maior, o iPad também é uma boa opção para os games criados originalmente para iPhone.
Quais os pontos fracos do iPad?
São quatro pontos fracos relevantes. O primeiro é a falta de suporte à tecnologia Flash, muito usada em animações de sites e transmissão de vídeo na web. O YouTube, por exemplo, usa Flash em suas transmissões. Isso significa que não vai dar para ver vídeos do YouTube no iPad. O segundo ponto é a falta de uma webcam.
O terceiro ponto fraco é a falta do “multitasking”, termo que denomina a capacidade de rodar vários programas ao mesmo tempo. O iPad roda apenas um programa de cada vez. Ou seja, se estiver vendo um vídeo e quiser consultar e-mails, o usuário tem que fechar o tocador de vídeo para poder abrir o programa de e-mail.
Finalmente, o iPad não traz entradas para equipamentos USB ou para cartões SD. Por isso, para conectar qualquer periférico o usuário terá que adquirir adaptadores, vendidos separadamente.
28/01/2010 - 11:32:48
Aparelho tem 8 GB de memória interna, mas não pode acessar o Android Market
Por Antonio Blanc
A fabricante francesa Archos está preparando um tablet multimídia baseado no sistema operacional Android, da Google, com uma tela sensível ao toque de sete polegadas. A informação “vazou” graças a um escorregão da revenda inglesa Data-Mind, que publicou as especificações técnicas do aparelho antes da hora.
Segundo o site ArchosFans o Archos 7 Android terá uma tela de 7 polegadas sensível ao toque com resolução de 800 × 480 pixels, a mesma dos primeiros netbooks, 8 GB de memória interna e uma webcam para videoconferência.
O aparelho será capaz de reproduzir aúdio e vídeo em formatos populares, como MP3 e MPEG-4, gravar voz e exibir arquivos texto, mas não há referência a outros usos interessantes como e-Books ou aplicativos da Google (Maps, Mail) ou mesmo ao Android Market. A ausência dos aplicativos da Google pode ser explicada: a empresa permite o uso livre do sistema operacional Android, mas exige a certificação dos aparelhos que usam seus aplicativos.
O preço seria de cerca de 150 Libras Esterlinas (aproximadamente R$ 440), com chegada ao mercado estimada para março de 2010. Não é o primeiro tablet Android da Archos: seu “irmão menor”, o Archos 5, já está disponível mas não agradou a imprensa especializada: em uma análise no site T3 o aparelho foi considerado “um bom media player”, mas a falta de conexão 3G e dos aplicativos do Android Market foram considerados grandes pontos negativos.
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27/01/2010 - 11:35:00
26/01/2010 - 17:01:26
Com desempenho superior aos atuais Core 2 Duo, novos processadores Intel Core i5 chegam ao mercado com preços que não estouram o orçamento doméstico.
No final de 2008 a Intel colocou no mercado os primeiros processadores da família Core i7. Baseados em uma nova arquitetura batizada de "Nehalem" eles tinham desempenho bastante superior aos Core 2 Duo já disponíveis na época, e ainda assim consumiam menos energia. Mas como toda tecnologia de ponta, custavam caro, o que limitou seu uso a estações de trabalho ou PCs "topo de linha" para gamers abastados.
Mas uma das verdades do mundo da tecnologia é que o topo de linha de hoje estará ao alcance do grande público amanhã. Recém chegados ao mercado, os novos processadores Intel Core i5 são baseados na mesma arquitetura "Nehalem" dos Core i7, mas voltados ao desktop doméstico, e posicionados no mercado no mesmo espaço atualmente ocupado pela linha Core 2 Duo. A promessa da Intel é simples: alto desempenho com preço acessível. Mas como os novos chips se saem na prática?
Sobre a bancada
Testamos o processador Core i5 661 (um modelo dual-core rodando a 3.3 GHz), um modelo "de entrada", em uma máquina gentilmente cedida pela Intel, baseada na placa-mãe Intel DH55TC com 4 GB de RAM DDR3-1333. A contraparte no teste foi um desktop HP equipado com um processador Intel Core 2 Duo E8400 (dual-core, rodando a 3 GHz) com 2 GB de RAM.
Já de início, uma diferença curiosa: a máquina Core 2 Duo tem vídeo (Intel GMA 3100) integrado ao chipset da placa-mãe (Intel Q33). A máquina Core i5 também tem vídeo integrado (Intel HD Video), mas ele está no próprio processador. Há modelos de Intel Core i5 com (série 600) e sem (série 700) vídeo integrado, e uma mesma placa-mãe pode comportar qualquer um dos dois. Quem gosta de montar a própria máquina deve prestar atenção a este detalhe: caso opte por um processador sem vídeo, você terá de adicionar ao sistema uma placa de vídeo tradicional.
Para começar o teste, escolhemos uma série de tarefas destinadas a "estressar" o processador com cálculo intenso, como a renderização de cenas 3D usando softwares como o Cinebench R10 e o POV Ray 3.7 beta 35a. Ambos os programas usam a técnica de "ray-tracing", que calcula a aparência de cada ponto da imagem em cada objeto da cena a partir de sua interação com os raios de luz que o atingem, processo computacionalmente intensivo e demorado.
No Cinebench, a máquina Core i5 teve desempenho 41% superior ao modelo com Core 2 Duo ao trabalhar com apenas um dos núcleos ativados, e o ganho chegou a 72% com os dois núcleos trabalhando. Já no teste de OpenGL, que leva em conta o vídeo integrado, a diferença foi ainda maior: o Intel HD Graphics teve desempenho 205% superior ao Intel GMA 3100 da máquina Core 2 Duo. Não é nenhuma placa nVidia ou ATI, mas é um ganho considerável sobre a geração anterior.
No POV Ray, usamos o arquivo de benchmark padrão incluso com o programa e fizemos a renderização de uma imagem tanto com uma quanto com as duas CPUs. Com apenas uma CPU o Core i5 completou a tarefa em 5 minutos e 3 segundos, quase três minutos antes da máquina com o Core 2 Duo. Com as duas CPUs a tarefa foi concluída em 1 minuto e 57 segundos, contra 3 minutos e 22 segundos no Core 2 Duo
O Core i5 também se mostrou versátil na reprodução de vídeo em alta definição, mais especificamente "Full HD" (1920 x 1080 pixels): não houve perda de quadros (que para o espectador parece "pulos" na imagem) e o uso de CPU nunca passou de 10%. Na prática, isso significa que dá para assistir vídeo enquanto a máquina roda outras tarefas em segundo plano (gravar um DVD, rodar um anti-vírus, etc) sem medo. A máquina Core 2 Duo também rodou nosso clipe de testes sem problemas, mas com uso de CPU muito maior, 25%.
Por fim, testamos a conversão de vídeo, tarefa muito comum nos dias de hoje. Empresas como a nVidia propõem soluções que usam suas placas de vídeo para acelerar (enormemente) a conversão, mas para tirar proveito disto é necessário uma placa de vídeo dedicada e software compatível. Quando feito contando apenas com o processador (o que é mais comum) o processo é bem mais lento.
Convertemos o filme Batman Begins, com 2 horas e 20 minutos de duração, de um DVD para um arquivo DiVX de 700 MB (próprio para reprodução em aparelhos como smartphones) usando o software AutoGK, e novamente o Core i5 se destacou, completando a tarefa em 1 hora cravada, 18 minutos à frente de seu concorrente.
Trocando em miúdos...
O que estes números todos significam na prática? Simples: você consegue fazer mais coisas em menos tempo, especialmente se lida com multimídia, como edição de imagens e vídeo e modelagem 3D. Mesmo usuários domésticos tem a ganhar, com o melhor desempenho na reprodução de vídeos em alta definição e mais agilidade na hora de converter vídeos para assistir no smartphone ou media player portátil.
Quem pretende fazer um "upgrade" de um micro já existente para um processador Core i5 precisa planejar bem o caminho: os novos processadores são incompatíveis com as placas-mãe atualmente usadas em máquinas Core 2 Duo, e você irá precisar de uma nova placa. Talvez tenha também de trocar a memória, já que placas como a DH55TC usam pentes de RAM DDR3 em vez da atual DDR2. Mas o restante dos componentes poderá ser aproveitado.
Mas para quem pretende comprar uma máquina pronta, a decisão de "pular" logo para um Intel Core i5 é mais fácil. Segundo a Intel, os novos chips vão aparecer já nas próximas semanas em PCs de fabricantes como Acer, Dell, CCE, HP, Intelbrás, Megaware, Positivo e Sony. Os preços começam na faixa de 2 mil reais para desktops e 2,3 mil reais para notebooks.
26/01/2010 - 14:17:12
Nokia e Apple se enfrentam em batalha legal
Por Tarmo Virki
HELSINQUE (Reuters) - A International Trade Commission (ITC) dos Estados Unidos decidiu na segunda-feira iniciar uma investigação para determinar se a Apple viola patentes da Nokia, de acordo com anúncio na página de Web do grupo.
As duas empresas estão envolvidas em uma grande batalha judicial desde outubro do ano passado, quando a Nokia acusou a Apple de usar suas tecnologias patenteadas sem pagar por elas.
A Nokia apresentou uma reivindicação à ITC no final de dezembro, alegando que a Apple havia violado sete de suas patentes "em virtualmente todos os seus iPhones, players de música iPod e computadores".
"Estamos satisfeitos por a ITC ter decidido agir rapidamente quanto ao início de uma investigação", disse uma porta-voz da Nokia.
Ambas as empresas estão se processando mutuamente nos Estados Unidos, e as duas recorreram à ITC. A organização comercial ainda não decidiu se a solicitação da Apple também resultará em investigação.
A ITC pode proibir a venda de produtos nos EUA --um mercado crucial para a Apple mas no qual a Nokia realiza apenas uma fração de suas vendas.
A Nokia vem sofrendo sérios tropeços no mercado de celulares inteligentes, um setor de intenso crescimento, e a Apple, que chegou segmento recentemente, ganhou terreno diante da líder de mercado, graças ao seu iPhone.
A disputa judicial, que pode envolver centenas de milhões de dólares anuais em royalties, reflete a mudança no balanço de poder no setor de telefonia móvel, à medida que os celulares inteligentes se transformam em computadores de mão capazes de exibir vídeos e navegar pela Web.
A Apple, que entrou nesse segmento na metade de 2007, superou a Nokia no terceiro trimestre do ano passado como fabricante de celulares com maior lucro operacional.
(Reportagem adicional de Karey Wutkowski em Washington)
22/01/2010 - 20:28:00
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