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25/11/2010 - 14:42:00
Proposta das organizações é que equipamentos sejam taxados, e compradores poderiam baixar músicas e filmes livremente na internet. A atual lei Holandesa já permite o download dos arquivos para fins pessoais.
Aylons Hazzud
Na Holanda, sindicatos de artistas se
uniram para protestar contra um projeto lei que tornaria ilegal o download de
músicas e filmes da internet. Isso mesmo: os sindicatos querem que a lei
holandesa continue permitindo o download para uso pessoal deste tipo de arquivo,
inclusive em redes P2P como os torrents. Como compensação, os artistas sugerem
uma taxa sobre MP3 players, cuja arrecadação seria usada para remunerar os
artistas.
No futuro, os sindicatos holandeses vislumbram que as próprias
conexões à internet seriam taxadas, permitindo que todos baixem músicas e videos
livremente enquanto os artistas ainda são remunerados, diz o site Torrent Freak. Este tipo de imposto não é uma
ideia totalmente nova, pois ainda no final do século XX, muitos países já
aplicavam taxas semelhantes a gravadores de fitas cassete.
No Brasil
também há uma proposta muito similar à holandesa: um imposto sobre a banda larga de cerca de R$3,00
poderia financiar a produção musical brasileira e permitir o download livre de
canções pela internet. O estudo é do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas
para o Acesso à Informação da USP, o GPOPAI, mas não consta o apoio de nenhum sindicato ou
organização de músicos e artistas brasileiros para esta ideia.
Já na
Holanda, o projeto atual taxaria todo o tipo de equipamento capaz de tocar
música e vídeo, como iPods, telefones celulares, televisores e afins,
acrescentando cerca de €5,00 (R$11,50) ao preço de cada eletrônico. A tarifa não
cobriria jogos, livros e software, mas somente a troca de arquivos com fins
pessoais – arquivos baixados para fins comerciais também precisariam ser
negociados a parte. Quem souber holandês (ou puder usar um bom tradutor
automático) pode ler a íntegra do manifesto em http://j.mp/eT17mp.
25/11/2010 - 13:24:00
24/11/2010 - 10:00:00
23/11/2010 - 14:38:00
21/11/2010 - 07:00:00
19/11/2010 - 18:23:00
Além de caixas wireless, LG promove aparelho que pode ser conecta videogames, DVD e computador à televisão por ondas de rádio
Aylons Hazzud
A LG anunciou hoje sua nova linha de home theaters: blu-ray, 3D, sem fio e com um arrojado projeto estético. O foco em decoração do produto ficou claro durante o lançamento apresentado pelo decorador João Armentano. No evento ocorrido hoje em São Paulo, a empresa também promoveu o seu Wireless Media Box, que serve de ponte sem fio entre as televisões da LG e aparelhos como DVD player, videogame e computador.
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19/11/2010 - 10:23:00
18/11/2010 - 20:10:15
18/11/2010 - 13:19:15
Sistema é confuso e por enquanto não tem atrativos para público em geral
Por David Pogue
Será que existe algum canto de nossas vidas em que o Google não quer entrar?
Agora não existe mais. A Google TV está sendo lançada nos Estados Unidos, a tempo do Natal (nota do editor: o Google TV funciona apenas nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil).
| Getty Images |
![]() |
| Google TV: vídeos da web no televisor |
Pra começar, vamos esclarecer: não dá pra ir até uma loja e pedir uma “Google TV” (bem, até dá, mas os vendedores vão rir de você). O Google TV é um sistema operacional baseado no Android, sistema presente em muitos smartphones. O Google pretende que outras empresas incluam o Google TV em seus televisores, aparelhos Blu-ray e decodificadores de TV a cabo. O objetivo é trazer os vídeos da web direto para sua TV.
Bom, essa ideia não é nova. Ela existe desde que a internet começou a se popularizar. Mas não importa quantas vezes a indústria tenta empurrar para nós um combo de Web+TV. O público simplesmente rejeita. É provavelmente por isso que quando sentamos à frente da TV queremos ficar sem fazer nada, com o cérebro desligado. E quando navegamos na web nosso comportamento é diferente, mas ativo e focado.
Apesar disso, parece que nesse ano a indústria de tecnologia está novamente em uma fase de Web+TV. Talvez a diferença agora seja o foco em vídeos da web, descartando o resto da internet (e-mail, navegação e outras atividades). Já é possível acessar serviços como YouTube e alugar filmes por meio da TV em serviços como Netflix (disponível apenas nos Estados Unidos).
Mas o Google quer reabrir os portões da internet completa na TV. O Google TV oferece acesso a vídeos da web, mas também tem um navegador relativamente competente.
Sony e Logitech oferecem o sistema
No momento, apenas três aparelhos possuem o sistema. Uma TV de 46 polegadas da Sony com o nome bacana de NSX-46GT1 (US$ 1.400 nos Estados Unidos) e dois aparelhos que fornecem Google TV para qualquer televisor, o Blu-ray NSZ-GT1 (US$ 400) e um adaptador da Logitech chamado Revue (com preço salgado de US$ 300 nos Estados Unidos).
Uma coisa é certa: o Google TV pode ser interessante pra quem gosta de tecnologia, mas não é atraente para o consumidor médio. Na longa história da TV, o sistema dá um passo enorme na direção errada: rumo à complexidade.
Pra começar, ela requer um mouse e um teclado. Isso mesmo. Para sua TV. Espero que você não seja fã de um visual rústico para sua sala de TV.
O controle remoto da Sony foi projetado para ser usado com as duas mãos, como um controle de videogame. Ele tem um teclado à la BlackBerry e teclas de seta que movem o cursor lentamente pela tela. Já o controle da Logitech é um teclado convencional, com um trackpad e um botão para cliques no canto (por US$ 130 dá para trocá-lo por um teclado menor).
| Divulgação |
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| Logitech Revue: teclado para controlar TV |
Busca é imprevisível
Então, pra que você precisa de um teclado? Pra começar, ele é necessário para usar o Chrome, o navegador do Google. Em segundo lugar, o teclado é necessário para usar o recurso mais importante do Google TV: a busca. Ao ativar a tecla de busca no teclado, é possível realizar pesquisas pelo termo desejado em vários repositórios de vídeo.
A lista de resultados traz vídeos de websites, programas de TV a cabo e até mesmo aplicativos (mais sobre isso adiante). Selecione, clique e assista. Dá até para mudar de canal digitando, usando o nome das redes de televisão, “NBC”, “CNN” e assim por diante. Legal.
Infelizmente, a função de busca é imprevisível. Às vezes ela busca em todos os canais de TV, na web e no catálogo de aplicativos. Às vezes ela simplesmente abre a barra de endereços do navegador, o que faz com que se busque na web inteira, e não somente em vídeos. Em outras situações, ela busca apenas dentro do programa usado no momento (um aplicativo de Twitter, por exemplo).
É muito confuso. E também é confuso o botão Dual View, que deixa o programa de TV em um pequeno quadro (modo PiP) para que seja possível navegar na web e ver TV ao mesmo tempo.
Ótimo. Mas não dá para mover ou mudar o tamanho do quadro, o que é um problema quando se quer acessar uma parte da página web que está atrás dele. E, quando não se está vendo TV, o botão não faz nada (ele não deveria mostrar o quadro em qualquer situação?).
Sobre o menu principal, rápido: qual a diferença entre Favoritos (Bookmarks) e Fila (Queue)? Qual a diferença entre aplicativos e destaques? Todos têm o mesmo visual.
É tudo personalizável, estranho e na maior parte do tempo confuso. E não há uma única seção de ajuda ou instruções (eu aprendi a usar enviando toneladas de perguntas aos assessores do Google, uma opção que acho que não será oferecida para você).
Aplicativos trazem vídeos da web
Então, o que são os aplicativos de TV? Aparentemente são como páginas da web com vídeo. Por exemplo, o aplicativo da CNBC mostra a programação da emissora com uma lista de cotações do mercado de ações ao lado.
No momento há poucos aplicativos, todos já instalados pelo Google. Há aplicativos da rádio online Pandora e da NBA, entre outros. O Google diz que a diversão começará no ano que vem, quando será possível para qualquer programador criar programas para o Google TV, assim como ocorre com o Android.
Há uma lista de shows que mostra o que está no ar no momento. Mas fora isso não há nenhum guia de programação além da lista já fornecida pelos provedores de TV a cabo.
O problema com a abordagem aberta do Google, claro, é que ela gera inconsistência e caos. O Logitech Revue, por exemplo, é muito mais rápido e confortável do que o controle da Sony.
Sobre o controle remoto da Sony, por que os botões Home, Menu, Voltar e Dual View foram colocados em forma de anel, como se estivessem relacionados? Por que há dois botões OK (um dentro do anel, outro no anel das teclas de seta) e cada um deles só funciona em determinadas situações?
| Getty Images |
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| Controle da Sony: distribuição dos botões confunde usuário |
Google TV tem muito o que melhorar
Muito do que o Google TV pode oferecer reflete seu atual estado inicial de desenvolvimento. Por exemplo, dá pra comprar vídeos da Amazon, mas não em alta definição.
Outro exemplo: um aplicativo me mostrou uma lista de vídeos com um clipe do programa de David Letterman. Mas quando cliquei pra ver surgiu a mensagem “esse vídeo não está disponível neste dispositivo”.
Isso ocorreu porque praticamente todas as grandes TV dos Estados Unidos bloquearam o Google TV. Assim, não é possível ver vídeos hospedados nos sites das emissoras a partir da plataforma da Google. Não faz muito sentido. Eles querem público ou não? De toda forma, isso não explica por que o Google TV mostra dicas de vídeos que não pode exibir.
Também não há muita integração. Dá pra usar a função de busca para achar um programa. Mas para gravá-lo é necessário sair do Google TV e programar seu gravador por meio da interface convencional do aparelho (existe uma exceção apenas para assinantes de TV via satélite).
Problemas da web na TV
Mas mesmo se o Google TV melhorar, o problema central continua: na web os vídeos constantemente travam, engasgam, levam um tempão pra carregar ou não rodam por falta de plug-in. Estamos acostumados com isso e temos poucas expectativas. Na web.
Mas será que realmente queremos pagar uma fortuna pra trazer essas complicações para nossas TVs?
Provavelmente vai levar um bom tempo e muitas atualizações até que o Google TV se torne atraente para o público em geral. Especialmente quando por US$ 60 dá pra ter quase todos os recursos (Netflix, Amazon, Pandora, aplicativos) em um adatapdor Roku (vendido apenas nos Estados Unidos).
Mas não fique triste pelo Google. Ainda há um mundo a ser conquistado. Vamos esperar pelo Google Car, Google Bank, Google Microwave...
16/11/2010 - 17:08:25
Equipamentos com a tecnologia SonicMaster e outros lançamentos da empresa chegam às lojas brasileiras em dezembro
Em dezembro, as lojas brasileiras recebem novos lançamentos da Asus no Brasil, entre eles notebooks com o sistema avançado de som SonicMaster, desenvolvido em parceria com a fabricante Bang & Olusen. A tecnologia oferece um software que equaliza melhor o som, de modo que ele fique mais claro, e também caixas com amplificadores de 11 Watts, especialmente preparadas para não distorcer o som em volumes mais altos.
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Asus anuncia roteador que compartilha internet, impressora e scanner na rede
Asus lançará pelo menos dois tablets em 2011
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O consumidor brasileiro encontrará dois notebooks com esse sistema a partir de dezembro no Brasil. O modelo N53JQ possui tela de LED de 15,6 polegadas, memória de 4 GB, HD de 500 GB e processador Intel Core i7. O produto acompanha leitor de Blu-ray/DVD, porta USB 3.0 e tem alto-falantes próximos ao teclado. O preço sugerido do aparelho é de R$ 3.800.
Já o NX90JQ oferece mais recursos, mas também é mais caro: chegará ao Brasil por R$ 10 mil. Ele oferece tela de LED com 15,6 polegadas e alto falantes laterais que também funcionam segundo a tecnologia SonicMaster. O notebook mais avançado da linha 2010 da Asus também tem HD de 1 TB, memória de 8 GB e processador Intel Core i7.
Outros lançamentos
Em dezembro, também chegam ao Brasil o notebook Lamborghini, com tela de LED de 12,1 polegadas, memória de 2 GB e processador Atom D525 Dual Core. Nas lojas, o usuário encontra este modelo por R$ 2.500. Destaque também para o netbook modelo 1201T com tela de 12,1 polegadas, HD de 320 GB, memória de 2GB e bateria de seis células.
"Ele reproduz vídeos em 1080p em TVs", explica Marcelo Campos, diretor de marketing da Asus no Brasil. Ao reproduzir vídeos nesta resolução no próprio aparelho, no entanto, a resolução é adaptada para 720p por conta do tamanho da tela. O preço sugerido do equipamento é R$ 1.150.
Placa-mãe com Core Unlocker
A empresa também lançou uma nova tecnologia chamada Core Unlocker, que permite desbloquear núcleos do processador, tornando o computador mais rápido. A tecnologia vem embutida em alguns modelos de placas-mãe da marca. Segundo a Asus, é possível aumentar o desempenho do processador em até 40%.
Além de aumentar o desempenho do computador, segundo Campos, o Core Unlocker facilita a vida do usuário comum de tecnologia, que não precisa fazer a configuração sozinho: basta apertar a tecla 4 no teclado do computador, enquanto ele é iniciado. O sistema da placa-mãe verificará as melhorias que o processador permite e reconfigurará o sistema na hora, enquanto o computador é reiniciado.
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